No dia 15 de março, a orquestra de Belo Horizonte apresentou um ensaio aberto no Palácio das Artes, na qual o maestro guiou músicas de Beethoven e fez apresentações de como elas eram usadas em filmes da Disney. O evento foi muito interessante e até mesmo nostálgico por fazer essa relação com as animações que o público conhecia desde criança.
domingo, 9 de julho de 2017
Crítica ao objeto: Letícia Gardusi
Como primeiro objeto, a aluna levou uma blusa que seria usada para explorar o potencial e o estranhamento com o própria corpo. O conceito em si é muito interessante, principalmente porque poucas vezes paramos hoje em dia para nos observar.
Porém, a blusa em si não seria usada dessa maneira, nem promoveria esse tipo de discussão se não houvesse um livro de instruções de como performar ali, logo, o problema visto é a falta de indicação estrutural de qual seria a interação do promovida pelo objeto.
Porém, a blusa em si não seria usada dessa maneira, nem promoveria esse tipo de discussão se não houvesse um livro de instruções de como performar ali, logo, o problema visto é a falta de indicação estrutural de qual seria a interação do promovida pelo objeto.
Pergunta do grupo sobre virtualidade
Como a virtualidade pode se tornar um obstáculo?
A virtualidade tem capacidade de se tornar um obstáculo a partir do momento em que ela não deixa mais nada transparecer sobre as formas de interação, estando tão enclausurada em seu potencial que aquele que a vê, não vê nenhum.
A virtualidade tem capacidade de se tornar um obstáculo a partir do momento em que ela não deixa mais nada transparecer sobre as formas de interação, estando tão enclausurada em seu potencial que aquele que a vê, não vê nenhum.
Primeiro objeto
Minha primeira ideia de objeto veio a partir de um livro, um tarô e uma agenda. Segui a lógica do livro, O Morro dos Ventos Uivantes, que permitia que o leitor tivesse uma outra visão através da ordem de leitura de suas três narrações e o do tarô, que a ordem das cartas também conta histórias diferentes. Com isso, eu criei um livro que tinha as histórias dos quatro naipes do tarô, essas histórias tinham o mesmo personagem e sua percepção sobre ele mudaria de acordo com a ordem de leitura.
Como não foi possível tirar fotos do objeto, nessa postagem apenas ficará imagem dos objetos que os inspiraram.
Como não foi possível tirar fotos do objeto, nessa postagem apenas ficará imagem dos objetos que os inspiraram.
Após as primeiras críticas, a ideia do objeto evoluiu para um painel com origamis, nos quais haviam palavras aleatórias que poderiam formar frases de acordo com a escolha da pessoa. A inspiração veio Manisfesto Dadaísta, pois eu continuei pensando em usar linguagem como experiencia promovida pelo meu objeto.
Parágrafo: intervenção
Analisando as características do local escolhido, o grupo optou por tentar construir uma atmosfera íntima no espaço, trabalhando com jogos de luz e sombra. A ideia da intimidade foi tomada por conta da forma como a escada e o paredão criam um ambiente reservado mesmo sendo um espaço público aberto.
Para construir a ideia de intimidade no local, buscamos remontar uma atmosfera íntima para todas as pessoas, independente das características únicas de cada uma delas. Para tal, nós procuramos trabalhar com a ideia de sonhos, afinal eles são momentos em que a pessoa estabelece uma intimidade consigo mesma e acontece com todos.
Sendo assim, a ideia de criar um ambiente onirico foi o que norteou a intervenção.
Um outro aspecto que buscamos trabalhar, foi o fato de aquele não ser um espaço comum para a passagem, logo queríamos chamar atenção das pessoas para aquele local, apresentando os conceitos que já citamos antes.
Para construir a ideia de intimidade no local, buscamos remontar uma atmosfera íntima para todas as pessoas, independente das características únicas de cada uma delas. Para tal, nós procuramos trabalhar com a ideia de sonhos, afinal eles são momentos em que a pessoa estabelece uma intimidade consigo mesma e acontece com todos.
Sendo assim, a ideia de criar um ambiente onirico foi o que norteou a intervenção.
Um outro aspecto que buscamos trabalhar, foi o fato de aquele não ser um espaço comum para a passagem, logo queríamos chamar atenção das pessoas para aquele local, apresentando os conceitos que já citamos antes.
Hakkï: objeto final
Roteiro das entrevistas
- Qual sua história com esse local? (Quanto tempo mora aqui, relação com vizinhos, família)
- Como esse espaço é utilizado por vocês e as pessoas que passam? (eventos, reuniões de jovens)
- Qual sensações o local promove para vocês? (atrativos, coisas simples)
- Em relação às pessoas que transitam aqui, tem como dar uma visão geral? (gênero, idade, etc)
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