domingo, 26 de março de 2017

Crítica do (segundo) croqui

O croqui do aluno Pablo Adan tem um diferencial, pois ele acrescentou tinta de maneira sutil ao seu desenho. Mesmo que tenha sido pintado com cores parecidas à do lápis usado para desenhar, sua tonalidade era menor, mantendo o contraste com os detalhes. Seu traço é limpo, variando de espessura quando é necessário uma noção de profundidade. Seu traço também entra em harmônia com a tintura do desenho, fazendo com que não ficasse carregado. O enquadramento permite ao observador entender onde estava o artista na cena e equilibra os elementos (principalmente as plantas), não deixando o croqui ficar carregado de um lado. O posicionamento da cena cobriu toda a folha, mas permitiu que houvessem vazios para "descansar" o olhar diante de um prédio que contém tantos detalhes, como as janelas. 

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